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Os números da internet impressionam. Somos quase 1,5 bilhão de pessoas conectadas em todo mundo. No Brasil, país responsável por 50% dos acessos da América Latina, aproximadamente 50 milhões de pessoas estão conectadas, número 900% maior que há oito anos. Agora, eu estou conectada, você está conectado. Mas, será que a mídia também está?

Sim e não. Ao mesmo tempo que a verba publicitária destinada à internet cresceu 45% no primeiro semestre desse ano, ainda estamos falando de uma fatia ínfima da verba investida em publicidade, que beira a casa de pouco mais de 3,3% , segundo dados do Projeto Inter-Meios, de São Paulo (SP).

As empresas precisam investir no mercado digital, mas, mais que isso, as agências offline também precisam conhecer mais sobre esse mercado e trabalhar a interação das mídias, na sua convergência. A internet é muito mais do que um cartão de visitas ou um site institucional. Ela é um fio condutor que permite mais proximidade entre o consumidor e a marca, onde este é livre para criticar e questionar. Quando se estabelece maior interatividade e proximidade com esse consumidor, cria-se um ingrediente fundamental para as marcas: o relacionamento.
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De Henrique Szklo

A coisa mais comum que existe no mundo corporativo é uma empresa solicitar – e às vezes exigir – de seus funcionários, colaboradores e fornecedores, idéias criativas e inovadoras. Mas na hora em que estas lhe são apresentadas, um nariz torcido, uma boca arqueada para baixo e um cenho repleto de sulcos invariavelmente são vislumbrados em rostos pasmos e incrédulos. Geralmente acompanhada de um “você está louco?”, a reação é sempre considerar como piada, uma brincadeira de mal gosto ou simplesmente um devaneio insano do propositor.

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Não sei onde começou mas a bola de neve está crescendo. O mercado publicitário de mato-grosso está em crise quando o assunto é “profissionais qualificados”. As agências com equipes fechadas tentam segurar seus colaboradores. Estes por sua vez aproveitam da situação e vão atrás de seu “upgrade” salarial.

Mais será que tudo são R$100,00 ou R$500,00 a mais no começo do mês? Só dinheiro ou existe outra razão que os profissionais levam em conta na hora de migrar?

Neste post você lê duas opiniões distintas: uma de um profissional que atua na direção de arte e outra de um gerente de uma agência conceituada, que está em busca de profissionais.

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A arte de cobrar pela arte

O link a seguir leva para uma crônica que recebi do Fernando Holanda - companheiro de trabalho - e que estou compartilhando com vocês. Mostra como um grande artista/ilustrador brasileiro conseguiu quebrar a barreira da timidez e passou a cobrar o real valor pelos seus trabalhos. É curta. Leitura rápida. Vale a pena ler e dar sua opinião. Link para o texto.

Agora me diz: você acha compatível o que recebe pelo seu trabalho?


Um Slogan Profissional

Era uma vez um reino, não muito distante, onde a publicidade das benfeitorias supostamente realizadas pelo Rei ficava sob a responsabilidade de alguns “publicitários”.

Certa vez, foram convocados os tais “publicitários” para uma reunião a fim de definir o slogan, mote ou tagline da nova campanha Real. No entanto, entre eles encontrava-se um mero escrivão, funcionário de um dos “publicitários”. À primeira vista, o assessor para assuntos de divulgação do reino questionou-o:

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Muito trabalho, pouca vida.

Assim que terminei de ler o artigo no Webinsider sobre “A falta de first life nas agências” já pensei em postar aqui para vocês lerem. Embora sejam mercados e metodologias de trabalho bem diferentes, nós aqui de Mato Grosso sofremos com isso em uma ou outra agência, deixando de viver nossa “first life” e passando a ter como prioridade a rotina de dias e noites de trabalho nas agências.

Isso ajuda? Vamos ganhar algo com isso além do salário? O trabalho sairá melhor? Vai haver qualidade? Para essas perguntas minha resposta é, não. O que aprendi quando comecei a trabalhar com propaganda é que quanto mais conteúdo temos, mais criativos nós somos. A vida da inspiração, a conversa de bar da um estalo na mente que leva a uma idéia, o churrasco no disco do Diego fomenta as discussões sobre os mais diversos assuntos, o cafezinho na hora do almoço no Shopping prepara para a arte da tarde, o filme, pegar uma cachoeira em Chapada, sem contar as inúmeras coisas mais prazerosas que podemos fazer fora do expediente. O fato de ficarmos presos dentro das agências para a “seção corujão” (ou para a “matine” aos sábados e domingos), não ajudam em nada o profissional.

Uma coisa é você gostar de trabalhar, outra é você viver para trabalhar. Pensa ai xômano.


Bolha

Fala que eu te escuto

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