Foi fazendo e firmando fatos faceiros. Faturou fascinantes focos e faces em fartura. Feliz, fanfarrão e faminto por fidelidade, Frino foi fatidicamente fadado a fazer o que um fantástico ferrabrás faria: o fastígio de fascinar. Fascinar pela feracidade por festas e pelo fervoroso e não fictício férvido formador. Formidável, franco, fundamental. Frino frenético. Fará falta.
Raramente rabugento, raciocinava um radicalismo razoável. Rueiro, relembrava repetidamente os relatos de relacionamentos que revivia. E ria. Não reaparecia ranzinza, mas reafirmando uma recaída. Reconfortava-se ao redescobrir razões para refugar. Mas reforçava-se ao refletir o remansoso remende de uma romântica reparação resolvida.
Ícone indispensável. Imaginar iniciar o interminável sem esse inconfundível indivíduo gera impaciência. Imitações, improvisações e uma impressionante e incansável inaptidão por inatividade. Inovador, insistente e nem tão inocente… Isso insinuava implicância de imortalidade de inspiração. Interminável e, infelizmente, irrecusável ironia.
Nota-se um nada nobre a novidade na noite. Não há ninguém. Não há Nirvana. Não há neurose nervosa que nímia normalmente para nós, nativos da natureza nítida e non-sense daquele negro nada néscio. Nas nuvens, notas nênias e nostálgicas de um nerd nintendista nímio e notável. Nefasto nervo. Negativa norma necessária da natureza.
O ocasional obstruiu sua obsessão pelos objetivos. Obrigou-nos, otimistas, ortodoxos e oblatos, a orar. Obtivemos em ombros, orientações e olhares a obrigatória observância pelo óbito. Nada ocupa a ofegante ordem de opor o ocorrido. Contudo, o orientador ousa a ortografar uma ostentação de orgulho por outrora.
Farrista. Reticente. Insistente. Notável. Onipresente.
Valeu, Frino.
Via QMAT.
Comentários
Powered by Facebook Comments
Alan
23 de fevereiro de 2011 / 18:49 hs